quinta-feira, janeiro 03, 2008

para interiorizar e meditar


«Nunca percas o equilíbrio. Quando
alguma circunstância exterior te
pressionar. Lembra-te que elas
vêm e vão.
Como nuvens sopradas por brisas.
Instala-te firmemente
sobre a rocha
da tua existência
que é imutável
e eterna.»

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Oferta de “varinha de condão”




Como anda meio mundo na costumeira excitação do final de cada ano, acreditando que num passe de mágica tudo se pode recompor e compor num mundo roto, velho, meio podre e adormecido em consequência de humanos actos, fui à procura de uma varinha de condão que aqui deixo esperando que os vossos pedidos sejam atendidos e os resultados positivos.




Assim seja.


E lembra que a magia anda no ar.

Agarra-a e usa-a em todos os restantes dias do ano.

Só assim tudo se concretizará e ganhará pleno sentido.

quinta-feira, dezembro 20, 2007

evolução

NATAL é nascimento, logo, VIDA.
Mas falar, pensar: VIDA, implica pensar em condições de dignidade e respeito para todos os seres humanos na face desta “bola que rebola” pelo espaço…

Porque VIDA sem condições dignas, sem respeito, sem o necessário à sua sobrevivência em (repito) dignas condições, sem “mínimos”, é uma indignidade que nos envergonha e quando se chega a nós, esmolando, nos embaraça e aumenta a vergonha que já sentimos.

As guerras, sob todas as formas que revista, são a maior de todas as vergonhas, a que mais nos afasta da condição de seres humanos, porque humanidade implica: alteridade, respeito pelas diferenças, amor, partilha, solidariedade…
As guerras em nome do bem-estar, da preservação do modo de vida da denominada sociedade ocidental…ignomínia pura.

Deixo esta reflexão porque os actos praticados por este mundo fora (alguns por nós, por cansaço e por vezes por indiferença ou desalento) nunca poderão ser símbolos de que na Terra se vive o espírito de NATAL, que é o mais simples, puro e forte espírito de fraternidade que se poderá vivenciar e foi a mensagem mais forte dessa figura que foi a de Jesus e a de tantos outros profetas e avatares de outras religiões.

Porque o que é verdadeiro, genuíno e essencial ao SER humano é igual no pensamento, mensagem, de todos os seres que se constituíram pilares de diversas religiões.

A cada uma das companheiras e companheiros desta caminhada, pelas letras e pelas imagens, deixo este meu sentir em que a mais forte emoção é a vergonha da actual condição do mundo.
Das guerras, da fome, da descriminação, do ódio, da mentira, do engano, do primado do dinheiro sobre o SER.
Continuo a acreditar que um dia saberemos mais e melhor.
Faremos mais e melhor do que agora porque o que se vê de nossos actos, globalmente falando, é menor, redutor da humana essência.

Apesar de tudo isto desejo, para todas e todos vós, um período de paz, harmonia, serenidade e saúde e que de nós sempre alguma luz, pacifismo e fraterno Amor irradie e se espalhe pelo mundo.

A todos vós um grato abraço pela ofertas-partilhas.

Que a luz esteja connosco e sempre brilhe forte irradiando.

domingo, dezembro 09, 2007

Oferta e desafio


E eu a dizer que sim…


E eu a dizer que sim eu a julgar que sim e afinal não. E enquanto eu dizia e pensava que sim a mulher falava e sem lhe ouvir as palavras nem mesmo a olhar sabia que tudo nela dizia que não.
A vida a correr louca e nós cavalos com freios cada um a julgar para seu lado a julgar que julgávamos pensávamos e queríamos o mesmo, mas não.
Porque o real é uma coisa e o que cada um julga acha pensa, e disso se convence, outra.
E cada um a julgar que sim só que o sim de cada um era coisa diversa. Eu a julgar que a nossa diminuta conversa, comunicação, se devia ao facto de nos entendermos até no silêncio às escuras, vendados os olhos nos encontrarmos nos reconhecermos para além da pele. Mas não. Eu a julgar que sim mas não e ela, a mulher, a julgar diferente do que eu julgava. A julgar-me e a raiva insidiosa a crescer nela como o filho que nunca parimos.
E ela a falar e eu a julgar que sim sem a ouvir porque não era preciso ouvi-la. Sabia-a. Conhecia-a. Reconhecê-la-ia. Às escuras vendado cego sem tacto. Reconhecê-la-ia para além da pele. Eu a julgar que sim.
Mas ela mulher, já não égua nem cavaleira, mulher-centauro, abalara à desfilada a inventar novos caminhos a criar mundos que eu desconhecia, nem julgava possíveis, enquanto continuava estirado na cadeira da varanda a julgar que sim a ler o jornal os livros a fazer palavras cruzadas a desvendar charadas porque para mim tudo era manso lago antigo e seguro reconhecido e único território inamovível e inalterável em rotinas de bem-estar harmonia compreensão. Para lá das palavras.
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(Excerto do 1º texto da 2ª parte, Textos InConSequntes, do livro "Salvador o Homem e Textos InConSequentes)
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P.S- para adquirir o livro ou livros encontras os contactos do editor no lado drtº.

quinta-feira, novembro 29, 2007

Amizades, convido-te e espero-te

(Para leres o convite clica sobre ele, que amplia.)
Todas e todos os amigos do GRANDE PORTO, ou os que por aqui andarem, venham até cá.Escrevemos para comunicar.Quando se publica reforça-se esse empenho, desejo, necessidade.Tudo isso.Expomo-nos.Aqui e agora me exponho a vós apelando.Nesse dia, por muito que apeteça ficar na mornidão da casa, venham criar uma onda de genuíno suporte e calor humano .Para comunicar necessitamos dos outros.Comunicadores, ouvidores, potenciais leitores. ...Interlocutores de várias formas.Outra forma de suporte que me podem dar é divulgar pelos vossos contactos.Grata por isso.
P.S - quem não conseguir vir e quiser adquirir p.f envie email com dados: nome e morada, nº exemplares pretendidos para ediumeditores@gmail.com. Será enviado à cobrança.

quinta-feira, novembro 08, 2007

para o avô Alexandre

O avô Alexandre, homem de pequeno porte mas HOMEM grande, foi republicano da 1ª República, maçon e anti-fascista até à morte.
Sócio do Jornal República desde a 1ª hora, cujas acções eu guardava religiosamnete até que com tantas mudanças de casa se extraviaram.

Nunca me deu lições. Os seus actos as davam.
Um dia que foi jantar a nossa casa, a mãe esmerou-se - ainda mais - no menú.
E ela que era uma cozinheira de mão cheia teve azar nessa.
A refeição não saiu como esperado e desejado.

No final do jantar pediu o avô a nossa atenção, levantou-se e fez um breve mas encantador discurso de agradecimento a minha mãe pelo excelso jantar.
Todos desconfortáveis porque sabíamos que não estava tão...excelso quanto isso.
Teria eu os meus sete anos.
Já fora da mesa, pedi-lhe que me explicasse o agradecimento feito até porque os pratos não haviam saído assim tão bem.

Olhou-me e disse: « Filha. Agradeço não pela qualidade do que comi, mas pelo amor e empenho que tua mãe pôs no que confeccionou. Acontece que as coisas nem sempre saem como desejamos. Mas o importante foi o gesto, a totalidade, o empenho e o amor que sei que pôs na confecção desta refeição.»

Nada lhe disse. Compreendera.

E de todas as coisas que me lembro de ter aprendido com ele esta foi a 1ª que me marcou tão profundamente, por isso a evoco ao evocar o dia em que nasceu.

Com gratidão o faço porque de meus antepassados me honro e sempre recebi lições de honradez, respeito e tantos outros valores que muito prezo e são o esteio do melhor que há em mim.

Há 40 anos que partiu. Enquanto eu for viva sua memória perdurará.

Tchim-tchim avô.

Obrigada.

sexta-feira, novembro 02, 2007

quarta-feira, outubro 24, 2007

vosso apoio é necessário - novo livro meu em Dezembro


A EDIUM EDITORES (clica no nome e vais até ao site) com cerca de 80 títulos publicados, prestes a fazer dois anos de actividade, vai editar o meu novo livro: «Salvador, o Homem e Textos InConSequentes»

Sinopse:

«Salvador, o Homem e Textos InConSequentes»


«O livro pode ser dividido em duas partes, das quais, «Salvador, o Homem» abrange cerca de um terço.

Mais próximo da novela do que do conto relata a experiência de Salvador ao descobrir o fantástico que a vida encerra e que o mundo é muito mais do que o que vemos no dia-a-dia, assim como nele, enquanto ser humano, existem dimensões inexploradas, até ignoradas, as quais, quando as descobre e as integra alteram a sua vida e a de todos ao seu redor.

Os textos restantes enquadram-se mais no conceito americano de short-stories e diversificam o leque de leitura de uma forma que cremos será de vosso agrado e em que o próprio título vos permite intuir a existência de nexos, aparentemente inexistentes.

Como na VIDA»


A apresentação do livro ocorrerá no início de Dezembro e estão desde já convidados.

Uns via email, outros via blogues, outros ainda, se conhecer endereços, via CTT.


- Preço de capa: 10,00€/unidade

- Nº de pág.: cerca de 80


Quem quiser pode (e deve, digo eu), fazer desde já a PRÉ-RESERVA do nº de exempares pretendidos - LEMBREM-SE QUE O NATAL ESTÁ À PORTA . VÃO NECESSITAR DE LEMBRANÇAS E PRENDINHAS (MUITAS), MIMINHOS PARA FAMÍLIA E AMIGOS - para EDIUM EDITORES, email: ediumeditores@gmail.c0m


Podem optar por uma de duas modalidades de pagamento:


1 - na recepção do livro enviado à cobrança.

2 - desde já, via cheque ou transferência bancária para a Editora e, neste caso os portes dos CTT ficam a cargo da editora. E vocês sabem bem como os portes encarecem o livro em cerca de 50%...


Hei, não deixes para amanhã.

Faz já as tuas reservas.


Esta política prende-se com o facto de a Editora estar em fase de transição direccionando-se mais para públicos-alvo via internet o que não onera o preço de capa com encargos de distribuidoras e, assim, melhor servir a cultura através da disseminação do livro a preço mais reduzido.


Ainda não encomendaste? Bora lé gente boa.


Conto contigo, contigo e mais contigo............... Com todos vós agora e depois, em Dezembro, ao vivo e a cores :))