
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
visitas ao Inferno no jogo de: Verdade ou mentiras?

Melhor, de VIVER num inferno.
Já o post anterior bordejou o tema – uma das fugas possíveis é o exorcismo pela escrita, mas não é por isso ou para isso que escrevo. Surge como um bónus.
Agora quem pensava que ele não existia, se for católico e acreditar na palavra do Papa actual, não terá mais dúvidas.
Claro k há um conflito imediato para as cabeças pensantes, ainda que resistentemente católicas.
O conflito decorre da incompatibilidade, ou deverei antes dizer, de forma politicamente mais correcta, não compatibilidade (?) entre as opiniões do actual e do falecido Papa João Paulo II?
O actual, Papa Bento XVI, anunciou, informou, esclareceu, ameaçou (?): «O INFERNO EXISTE”.
O anterior, Papa João Paulo II levou o tempo do seu pontificado, a desmistificar um dos mais grosseiros medos que a igreja católica construiu e instilou, afirmando: «O INFERNO NÃO É UM LUGAR, MAS UM ESTADO DE PRIVAÇÃO DE DEUS».
Dizem que o caranguejo é um animal que anda para trás!
terça-feira, janeiro 08, 2008
sonhar de olhos abertos é usual
já, o facto de ter um pesadelo com os olhos bem abertos é incomum e traz um susto de morte.Morremos. Viemos directos para o INFERNO - e logo eu que não acreditava em tal coisa, nem no oposto - rendo-me ante as evidências.
Leiam e digam se não sentem os arrepios a apoderarem-se de vós, se não sentem um desfalecimento que só pode ser o da morte - anunciada, ocorrida, tanto faz, morte é morte?
Então foi assim: os reformados/ pensionistas - eis uma irritante dicotomia -portugueses foram finalmente aumentados em 2008.
O estado português preocupado:
- com os níveis de iliteracia da "nacional velhada"- onde me incluo ;
- com a falta de poupança,
- com os hábitos deregrados de consumo da "nacional velhada" que não sabe onde mais esbanjar as suas "infinitofabulosas*" pensões e que agora ao ver-se com tão astronómico aumento mensal - fiquemos pelos 9,6€ aumento/mensal que corresponde ao aumento da pensão média.
Este o cenário geral :((
Vai daí o estado, sabedor que os velhos ficam tolitos -tadinhos, regressam à 1ª infância com o handicap acrescido de não terem progenitores que por eles zelem - decidiu fazer tal papel.
Assim, em vez de pagar os retroactivos como de lei é, todos de uma vez - uma verba assustadora que nem pronuncio/escrevo - decidiu, em nome da saúde destes, dividir os retroactivos pelos 14 meses (12meses+ subsídios Natal e férias).
Cada idoso passará a receber dos seus retroactivos de 9,6€/mês, unicamente 0,68€/mês X 14.
Evitam assim que com tais "portentofabulosas*" reformas a nacional velharia morra para aí de excitação, em alegre e famélica bebedeira, ou em "nocturna "órgia*"" , na maior rambóia, com uma enorme "pedrada" de fartura de ar e frio... Aí aos caídos pelas ruas, na noite.
Ainda duvidam que estamos mortos e viemos todos cair no inferno?
Quem mais, além do "malino", seria tão engenhoso e capaz de tão tortuosos raciocínios só para nos..."protegelixar*" ainda mais?
Huuuuummmmmm?
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*neologismos ao correr das teclas.
domingo, janeiro 06, 2008
quinta-feira, janeiro 03, 2008
para interiorizar e meditar
segunda-feira, dezembro 31, 2007
Oferta de “varinha de condão”

Como anda meio mundo na costumeira excitação do final de cada ano, acreditando que num passe de mágica tudo se pode recompor e compor num mundo roto, velho, meio podre e adormecido em consequência de humanos actos, fui à procura de uma varinha de condão que aqui deixo esperando que os vossos pedidos sejam atendidos e os resultados positivos.

quinta-feira, dezembro 20, 2007
evolução
NATAL é nascimento, logo, VIDA.Mas falar, pensar: VIDA, implica pensar em condições de dignidade e respeito para todos os seres humanos na face desta “bola que rebola” pelo espaço…
Porque VIDA sem condições dignas, sem respeito, sem o necessário à sua sobrevivência em (repito) dignas condições, sem “mínimos”, é uma indignidade que nos envergonha e quando se chega a nós, esmolando, nos embaraça e aumenta a vergonha que já sentimos.
As guerras, sob todas as formas que revista, são a maior de todas as vergonhas, a que mais nos afasta da condição de seres humanos, porque humanidade implica: alteridade, respeito pelas diferenças, amor, partilha, solidariedade…
As guerras em nome do bem-estar, da preservação do modo de vida da denominada sociedade ocidental…ignomínia pura.
Deixo esta reflexão porque os actos praticados por este mundo fora (alguns por nós, por cansaço e por vezes por indiferença ou desalento) nunca poderão ser símbolos de que na Terra se vive o espírito de NATAL, que é o mais simples, puro e forte espírito de fraternidade que se poderá vivenciar e foi a mensagem mais forte dessa figura que foi a de Jesus e a de tantos outros profetas e avatares de outras religiões.
Porque o que é verdadeiro, genuíno e essencial ao SER humano é igual no pensamento, mensagem, de todos os seres que se constituíram pilares de diversas religiões.
A cada uma das companheiras e companheiros desta caminhada, pelas letras e pelas imagens, deixo este meu sentir em que a mais forte emoção é a vergonha da actual condição do mundo.
Das guerras, da fome, da descriminação, do ódio, da mentira, do engano, do primado do dinheiro sobre o SER.
Continuo a acreditar que um dia saberemos mais e melhor.
Faremos mais e melhor do que agora porque o que se vê de nossos actos, globalmente falando, é menor, redutor da humana essência.
Apesar de tudo isto desejo, para todas e todos vós, um período de paz, harmonia, serenidade e saúde e que de nós sempre alguma luz, pacifismo e fraterno Amor irradie e se espalhe pelo mundo.
A todos vós um grato abraço pela ofertas-partilhas.
Que a luz esteja connosco e sempre brilhe forte irradiando.
domingo, dezembro 09, 2007
Oferta e desafio
E eu a dizer que sim eu a julgar que sim e afinal não. E enquanto eu dizia e pensava que sim a mulher falava e sem lhe ouvir as palavras nem mesmo a olhar sabia que tudo nela dizia que não.
A vida a correr louca e nós cavalos com freios cada um a julgar para seu lado a julgar que julgávamos pensávamos e queríamos o mesmo, mas não.
Porque o real é uma coisa e o que cada um julga acha pensa, e disso se convence, outra.
E cada um a julgar que sim só que o sim de cada um era coisa diversa. Eu a julgar que a nossa diminuta conversa, comunicação, se devia ao facto de nos entendermos até no silêncio às escuras, vendados os olhos nos encontrarmos nos reconhecermos para além da pele. Mas não. Eu a julgar que sim mas não e ela, a mulher, a julgar diferente do que eu julgava. A julgar-me e a raiva insidiosa a crescer nela como o filho que nunca parimos.
E ela a falar e eu a julgar que sim sem a ouvir porque não era preciso ouvi-la. Sabia-a. Conhecia-a. Reconhecê-la-ia. Às escuras vendado cego sem tacto. Reconhecê-la-ia para além da pele. Eu a julgar que sim.
Mas ela mulher, já não égua nem cavaleira, mulher-centauro, abalara à desfilada a inventar novos caminhos a criar mundos que eu desconhecia, nem julgava possíveis, enquanto continuava estirado na cadeira da varanda a julgar que sim a ler o jornal os livros a fazer palavras cruzadas a desvendar charadas porque para mim tudo era manso lago antigo e seguro reconhecido e único território inamovível e inalterável em rotinas de bem-estar harmonia compreensão. Para lá das palavras.





