domingo, novembro 13, 2005

Para começar a semana...

...com uma boa gargalhada!

Os funcionários públicos (toda e qualquer classe profissional)do futuro!

sexta-feira, novembro 11, 2005

SEXTA CANÇÃO DA VIDA


Vou:
Disperso nas horas
Incerto nos passos.

Rezo:
Vida, havias de trazer horas brutais,
Horas abertas,
Rasgadas por minhas mãos ansiosas
De lúcidos temporais!

Penso:
Se as não rasgar por minhas mãos
A Vida não as dará jamais.

MANUEL DA FONSECA – Rosa – dos – Ventos

P.S -se puderem passem no ORGIA POLÍTICA e leiam o meu post. Obrigada pelo carinho:))

quarta-feira, novembro 09, 2005

Sou água



SOU ÁGUA.

sou memória de água.

venho dos primórdios.

gota num imenso oceano.

oceano único cobrindo o planeta.

corro, solta e livre no

seio

das maternas águas.

sem nascente e sem foz.

gota de água, única.

pequena gota.

contendo as memórias totais

do imenso oceano único.

Primordial.

domingo, novembro 06, 2005

Nasci :)


Juntem-se á festa na Casa Mãe .
Espero-vos lá, de coração limpo e feliz e mesa posta para a confraternização.

sexta-feira, novembro 04, 2005

Teria muito gosto em que passassem

hoje pelo Estranhos Dias e Corpo de Delito
Serão mais do que bem vindas/os.
deixo-vos o perfume das rosas, a leveza e a doçura das suas pétalas...


quarta-feira, novembro 02, 2005

Mente brilhante ou um avatar?


"Em momentos de crise, a imaginação é mais importante que o conhecimento."
Albert Einstein

Se o que o bom e velho Einstein aqui diz não acaba, mais de meio século depois, por ser identificado, primeiro pelos japoneses, depois pelos americanos, como o quociente emocional e sua importância na tomada de decisões, então não estou a raciocinar bem.

E vocês, o que acham?


segunda-feira, outubro 31, 2005

É só por este rosto de selvagem formosura


É só por este rosto de selvagem formosura
que eu tento construir a casa respirada
ao rumor das pálpebras e na leve matéria
que se liberta da noite e dos joelhos da terra
A nudez pertence-nos como um fruto entre as folhas
e no círculo onde a luz é mais pura estão as redondas
dunas
Uma lâmpada de pedra contém, toda a sabedoria do
Opaco
Ergues o peito aéreo e nos teus artelhos gira a graciosa
roda
A ferida recolhe o orvalho da transparente presença
Lentamente a pluma ergue-se com o torso leve e os
reflexos da água
És a visitadora que vagarosa germina com a lenta
frescura
No tumulto das palavras insinuas o mistério das árvores
e com a rosa dos cabelos perfumas a aridez do poema
Deixas cair as vestes numa suave violência
e o segredo espalha-se em mil sílabas aéreas.


ROSA, António Ramos (1992) AS ARMAS IMPRECISAS. Porto: edições Afrontamento (9)

sábado, outubro 29, 2005

Sábado é dia de...

trabalhando.bmp
colaborar no ORGIA POLÍTICA e já deixei o meu contributo.
Se puderem e...quiserem passem por lá.

Bom fim-de-semana.